Caro (a) aluno (a): O ENEM 2018 é foco daqueles que buscam uma vaga no curso superior. Para tanto, é preciso dedicação e muita força de vontade. Estou disponibilizando um link com inúmeros simulados online do ENEM, de todas as disciplinas do Ensino Médio. Tais simulados foram preparados com os temas que mais aparecem nas provas do ENEM. Use e abuse de mais este recurso didático para enriquecer seus conhecimentos. Avalia-se diariamente, dedique-se, pois VOCÊ é muito CAPAZ!! Clique no link abaixo, deslize a barra de rolagem para baixo, escolha a disciplina e o tema de sua preferência e realize o teste com 10 questões. Totalmente interativo, grátis e enriquecedor. Se jogue!!
Na atualidade do mundo globalizado é quase impossível o professor não utilizar dos novos recursos tecnológicos para realizar seu trabalho. No caso específico da Geografia isso se torna ainda mais necessário, visto que esta ciência está sempre abordando as diversas transformações (naturais, históricas, econômicas, sociais e culturais) no planeta Terra. Assim, a criação de um blog tem como intuito despertar nos alunos o interesse pela busca do novo, ampliando e aprimorando conhecimentos.
terça-feira, 20 de março de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
OS SISTEMAS POLÍTICOS E ECONÔMICOS

É o sistema político-econômico que
orienta a organização de uma sociedade e seu espaço, estabelece as relações
entre os indivíduos no processo de produção. Os dois sistemas são Capitalismo e
Socialismo.
O Capitalismo surgiu durante a Revolução Industrial. As características desse regime político-econômico são de economia de mercado em que o próprio determina a trajetória da circulação, dos preços, da produção. Monopólio é quando uma empresa ou mais domina a oferta de um determinado seguimento.
Cartel é quando um conjunto de empresas de uma determinada área da
economia tem objetivo de monopolizar ou dominar o mercado enfraquecendo os seus
concorrentes, e a livre concorrência é a busca de lucros, o predomínio da
propriedade privada é a principal característica, e principalmente, uma
sociedade dividida em classes.
O
Capitalismo e a organização da sociedade
Esse sistema não tem sido capaz de assegurar uma convivência harmônica entre os seres humanos e a natureza. A difícil relação capital versus trabalho, a devastação da natureza, o aumento das desigualdades sociais e a perda de valores são pontos negativos do capitalismo.
O sistema socialista
Em 1917, na Rússia, uma Revolução derrubou o Governo Monarquista, provocando a socialização dos meios de produção, isso significa que todas as empresas industriais ou rurais passam a ser administradas pelo estado, tudo é dividido entre todos, favorecendo o surgimento de uma sociedade sem divisão de classes, a economia controlada pelo estado é denominada de planificada.
A queda do socialismo
O socialismo real, caracterizado pelo excessivo controle do estado não direcionou corretamente os rumos do mercado e do processo de industrialização e comercialização, além de focalizar as atividades industriais na produção bélica, deixando de lado a produção de bens de consumo, isso deixou a URSS sem competitividade. Em 1980, uma intensa crise econômica agravou a situação política e social dos soviéticos, enfim a defasagem tecnológica e enormes gastos militares foram determinantes para o declínio do socialismo na URSS e em outras nações, atualmente apenas alguns países adotam o socialismo, como China, Vietnã, Coréia e Cuba.
Nova ordem
mundial: o mundo multipolar
Depois do período bipolar que dividia o mundo em
dois lados distintos, surge uma nova realidade no qual não mais duas nações são
potências e dois regimes político-econômicos são aplicados, pois agora existe a
hegemonia do capitalismo em nível global, o mundo multipolar corresponde aos
países que lideram a direção do planeta, o primeiro é os EUA, maior potência
econômica e militar, segunda potência é o Japão e a terceira são os países da
Europa desenvolvida.
Fonte: Eduardo Freitas (Geografia Humana - Uol Educação)
Fonte: Eduardo Freitas (Geografia Humana - Uol Educação)
Prezado Aluno, Prezada Aluna:
Estudaremos neste primeiro bimestre de 2018, os sistemas econômicos mais comuns no mundo. Daremos ênfase ao Sistema Capitalista, bem como as fases deste sistema, que é predominante no mundo contemporâneo. Contudo, faremos uma pesquisa mais detalhada em diversos países do mundo, afim de investigar o sistema adotado por este, suas vantagens e suas desvantagens.
De posse do nome do país com o qual você foi contemplado no sorteio em sala de aula, pesquise, e preencha os tópicos abaixo, com dados referentes ao seu país.
Nome Oficial: ______________________________
Capital: __________________________
Pertence ao Continente: ___________________________
Pertence ao Continente: ___________________________
N.º de Habitantes: _____________________
Área Territorial (Km²):______________________
N.º de Habitantes/Km²: ______________________
Sistema Político-econômico: ____________________________
Moeda Oficial: _________________________________________
PIB Total Anual ($): _________________________________
PIB Per Capita ($): _________________________
Taxa de Desemprego Atual: ________%
IDH: __________
Classificação do País: ____________________________________
Nome: _________________________________ Turma: 3º ___
Agora, selecione os dados sobre o seu país, copie e cole no campo "comentários" logo abaixo. Não esqueça de colocar seu nome e sua turma no final da pesquisa. O trabalho é individual, tem valor de 5,0 pontos e data limite de postagem até 31/03/2018. Após esta data, o blog travará impedindo novas postagens.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
TRABALHO MENSAL 3º ANOS - 3º BIMESTRE/2017
QUESTÕES AMBIENTAIS NO BRASIL E NO MUNDO:
Grandes alterações na estrutura e função dos sistemas naturais da Terra
representam uma ameaça crescente para a saúde humana e
para a vida em geral em nosso planeta. Através de uma insustentável exploração
de recursos naturais e humanos a civilização floresceu, mas agora corre o risco
substancial, pelos efeitos da degradação, de não garantir o apoio da natureza à
vida, no médio e longo prazo.
Os efeitos nocivos para a saúde humana por conta das mudanças no
ambiente são muitos e graves: as mudanças climáticas; a acidificação dos
oceanos; a degradação dos solos; a escassez de água; a sobre-exploração da
pesca e a perda de biodiversidade; o acúmulo de lixo tóxico inclusive resíduos
nucleares; a redução das florestas e a poluição dos rios; as secas mais longas
em várias partes do mundo. Tudo isso representa um sério desafio para a
humanidade.
Caro
(a) estudante: com base em nossos estudos em sala de aula sobre os impactos
ambientais no mundo globalizado, pesquise sobre o país com o qual você foi
contemplado (a) no sorteio do trabalho mensal. Após sua pesquisa, responda as
questões abaixo, copie e cole no link “comentários” deste artigo. Lembre-se de
colocar a fonte de onde retirou as informações, seu nome e turma. O trabalho é
individual e terá valor de 5,0 pontos. As postagens devem ser feitas até o dia
07/09/2017, às 23h59. Postagens após esta data não terão valor para serem
corrigidas e avaliadas. Não deixe para a última hora, faça com atenção e
dedicação. Bons estudos e foco no ENEM.
Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-grri/a-crise-ambiental-contemporanea-5192.html
DADOS QUE VOCÊ DEVE COPIAR, COLAR NO EDITOR DE TEXTO E RESPONDER. NA SEQUÊNCIA, COPIAR E COLAR NO LINK "COMETÁRIOS" DO ARTIGO REFERENTE AO TRABALHO DO 3º ANOS.
Nome do País:
Capital:
Continente:
Número de Habitantes:
Ainda existem áreas verdes no país?
Principais Problemas Ambientais que o país enfrenta:
Programas Sustentáveis desenvolvidos no país:
Como o lixo é tratado no país?
Como é a disponibilidade de água doce potável no país?
Fonte da Pesquisa:
Nome: Turma:
TRABALHO MENSAL 2º ANOS - 3º BIMESTRE/2017
O Setor Primário da
economia vem diminuindo a oferta de empregos e mecanizando as suas atividades.
O Setor Primário corresponde ao campo das atividades econômicas referente à produção de matérias-primas, que também são chamadas de “produtos primários” por serem, em geral, recursos cultivados ou extraídos da natureza e que, posteriormente, são consumidos ou transformados em mercadorias. As atividades pertencentes ao Setor Primário são a agricultura, a pecuária e o extrativismo vegetal, animal e mineral.
O conceito de Setor Primário filia-se a uma classificação teórica que segmenta a economia em três setores, dos quais o secundário corresponde à atividade industrial e o terciário, ao comércio e serviços. Tal concepção é muito utilizada por institutos de pesquisas socioespaciais e econômicas para melhor compreender e analisar o desempenho das atividades humanas, a exemplo dos estudos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e até mesmo pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O Setor Primário recebe esse nome porque, além de
ser o campo que antecede os demais e por fornecer as matérias-primas para eles,
foi o primeiro a constituir-se na história da humanidade, formando as bases
para a constituição das primeiras civilizações. A partir das transformações
sociais e estruturais, as sociedades foram desenvolvendo técnicas e formas de
ação características dos setores secundário e terciário.
Com as sucessivas transformações sobre as
características e uso das técnicas, que foram propiciadas pelas revoluções
industriais, o Setor Primário da economia passou por profundas transformações.
Inicialmente, atividades como a agropecuária e a mineração empregavam uma
grande quantidade de trabalhadores, além de apresentarem uma menor
disponibilidade de tecnologias em suas instrumentações. Posteriormente,
sobretudo após a Terceira Revolução Industrial, cada vez mais os maquinários e
novas formas produtivas foram sendo introduzidas nessas áreas, aumentando a
produção e ampliando o aproveitamento dos solos.
Por outro lado, essa
dinâmica diminuiu a oferta de empregos graças à substituição do homem pela
máquina, deslocando a maior parte da mão de obra para o setor terciário e,
consequentemente, para as cidades, em um tipo de migração que ficou conhecido
como êxodo rural.
Com isso, a participação do Setor Primário na economia e na geração de empregos
caiu significativamente, embora as produções seguissem aumentando,
principalmente em países desenvolvidos e também nos emergentes.
Existem algumas
análises que não mais consideram o Setor Primário envolvendo as atividades
agrícolas mecanizadas, sobretudo os latifúndios, vinculando essas ao setor
secundário, uma vez que tais produções mais se assemelham às indústrias (ou
agroindústrias). Vale lembrar que os órgãos oficiais não consideram essa
premissa.
Apesar da menor
empregabilidade em relação a tempos anteriores, o Setor Primário continua sendo
de fundamental importância para as sociedades, pois é nele que são produzidos
ou extraídos os recursos naturais utilizados tanto para o consumo quanto para a
elaboração de mercadorias industrializadas.
Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia
Caro (a) estudante: com base em nossos estudos em sala
de aula sobre a importância do setor primário nos diversos países, realize uma
pesquisa objetiva, coerente e em um a fonte confiável, sobre o setor primário
do país com o qual você foi sorteado em sala de aula. Após a realização da pesquisa,
preencha os dados abaixo, copie e cole estes dados no link “comentários” deste
artigo. Lembre-se de colocar seu nome e sua turma no final. Corrija os erros
ortográficos antes de postar. O prazo final (sem prorrogação) é até o dia 07/09/2017,
às 23h59. Após esta data seu trabalho não terá valor para correção e pontuação.
Valor do Trabalho Mensal individual é de 5,0 pontos. Não deixe para a última
hora. Faça com atenção e dedicação. Bons estudos!
Dados que devem ser copiados, colados e preenchidos no Editor de Texto. Depois disso, corrigido ortograficamente, copiados e colados no link "cometários":
Nome do
País:
Capital:
Continente:
Continente:
Número
Total de Habitantes:
Principais
atividades do Setor Primário:
Percentual
do PIB oriundo deste setor:
Número de
pessoas empregadas neste setor:
Tipo
Predominante de Agricultura:
Principais
produtos do Agronegócio:
Fonte de
Pesquisa:
Nome: Turma:
quarta-feira, 7 de junho de 2017
sábado, 3 de junho de 2017
PIRÂMIDES ETÁRIAS
Caro(a) aluno(a) dos 2º anos, neste link você conseguirá pesquisar e encontrar a pirâmide etária do país com o qual você foi sorteado para realizar o trabalho bimestral. Basta clicar no link abaixo e na letra do país. Na sequência, clique no país e a pirâmide aparecerá. Copie, cole e amplie um pouco a mesma. Depois imprima, recorte e cole na folha A3 na horizontal (conforme modelo rascunhado no quadro em sala de aula).
Clique aqui: http://www.populationpyramid.net/
Clique aqui: http://www.populationpyramid.net/
Lembre-se: seu trabalho dever ter formato A3 (na horizontal) e conter as seguintes informações:
1) Pirâmide Etária em destaque;
2) Nome, capital e continente o qual o país pertence;
3) Nível de desenvolvimento do país: desenvolvido, emergente ou subdesenvolvido;
4) População predominante: jovem, adulta ou idosa?
5) Predomina mais homens ou mulheres?
6) Como estão as taxas de: fecundidade, natalidade e mortalidade?
7) Grua da expectativa de vida?
8) Problemas que o país enfrenta com tal população? Em que tipo de serviço o governo precisa investir?
FAÇA COM COERÊNCIA, CAPRICHO E DENTRO DO PRAZO ESTIPULADO EM SALA DE AULA. TRABALHOS APÓS A DATA COMBINADA NÃO SERÃO ACEITOS.
Abraço a todos e bons estudos!
sábado, 20 de maio de 2017
PIRÂMIDES ETÁRIAS
Caro(a) aluno(a):
Assista ao vídeo sobre a pirâmide etária brasileira. Descubra a qual geração você pertence. Descubra também a geração de seus pais e avós. Na sequência, faça um comentário sem erros ortográficos. Lembre-se de colocar seu nome e também a sua turma. Este trabalho constará como 1,0 ponto extra no fechamento do 2º bimestre. Bons estudos.
REVOLUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA
Assista ao vídeo e leia o texto:
A Revolução Técnico-científico-informacional ou
Terceira Revolução Industrial entrou em vigor na segunda metade do século XX,
principalmente a partir da década de 1970, quando houve uma série de
descobertas e evoluções no campo tecnológico.
Essa nova etapa de produção está vinculada à inserção de uma enorme quantidade de tecnologia e informação. Essa revolução, por sua vez, está ligada diretamente à informática, robótica, telecomunicação, química, uso de novos materiais, biotecnologia, engenharia genética, entre muitos outros, que recentemente fazem parte de praticamente todos os segmentos produtivos que marcam essa etapa, assim como outros fatos marcaram as revoluções industriais do passado.
Essa revolução é um
dos principais combustíveis para o desenvolvimento do capitalismo moderno e
especialmente do processo de globalização que visa uma flexibilidade de
informações, além de um acelerado dinamismo no fluxo de capitais e mercadorias. Trata-se da fase mais atual do Capitalismo.
Fonte: http//www.mundoeducacao.com.br
Fonte: http//www.mundoeducacao.com.br
Caro aluno, durante os debates em nossas aulas, discutimos o quanto essa "onda" tecnológica atinge nosso cotidiano. É inevitável não fazer parte de toda essa "revolução técnico-científica", somos seres integrantes da mesma. Contudo, sabemos que nem todas as gerações estão aptas a lidar com tanta tecnologia. Na verdade, para muitas pessoas algumas inovações tecnológicas é como mágica, ou seja, algo extraordinário e imaginável.
Neste espaço você poderá relatar sua experiência ao conversar com uma pessoa acima de 60 anos de idade, sobre a visão dela a respeito das inovações tecnológicas. Como essas pessoas lidam com as tecnologias do mundo capitalista e globalizado? Há dificuldades? Qual a maior delas? Converse com essas pessoas e relate aqui um comentário sobre a conversa. Cuidado com o plágio e os erros ortográficos. Não se esqueça de colocar seu nome e sua turma no final do comentário. Bom trabalho!!
domingo, 14 de agosto de 2016
JET LEG

Jet lag é uma
expressão em inglês que não possui uma tradução definida na língua portuguesa,
mas é utilizada para caracterizar uma "descompensação
horária" causada em um indivíduo quando troca de fuso horário.
Em alguns casos, a palavra jet lag pode
ser traduzida como um sinônimo de insônia.
Etimologicamente, a palavra jet
lag é formada pela união dos termos jet ("jato"
ou "avião", em inglês) e lag ("atraso" ou
"retardamento", em inglês). Representa uma alteração do ritmo
biológico da pessoa quando faz longas viagens internacionais, caracterizada por
problemas físico e psíquicos. Entre os principais distúrbios está a perturbação
no ciclo do sono, com alterações dos hormônios, em especial a
hidrocortisona.
O jet lag acontece
porque o corpo humano está normalmente adaptado a ter uma determinada rotina em
um período de 24 horas (acordar, comer, estudar, jantar, dormir e etc). Essa
rotina é conhecida como "ritmo circadiano" e, quando uma pessoa muda
drasticamente o fuso horário ambiente, descontrola a sincronia do corpo,
fazendo-o ficar bastante confuso.
Enjoos, irritação, fadiga, insônia, prisão de ventre, e outros problemas
fisiológicos podem ser alguns dos sintomas causados pelo jet lag.
Fonte: www.decolar.com/dicas-de-viagem
Prezado aluno e prezada aluna do primeiro ano, após a leitura do texto acima e seus conhecimentos sobre os fusos horários, responda as questões a seguir. O trabalho deve ser realizado em dupla e terá valor de 3,0 pontos. Respostas copiadas de duplas anteriores à sua postagem não serão consideradas. Bom trabalho! Att; Prof. Vicente
Dupla: ______________________ e _______________________ Turma: ________
1) O que é de fato o "jet leg"?
2) Que sintomas o "jet leg" causa no viajante?
3) Quantos fusos horários existem?
4) Qual o fuso principal? Onde está localizado? Qual a longitude dele?
5) Dê um exemplo de cálculo de fuso horário no mesmo hemisfério.
PARA QUE SERVEM OS ESTUDOS SOBRE A POPULAÇÃO?

A realização de estudos sobre a população é de suma importância e pode ocorrer em níveis regionais ou globais; o primeiro refere-se à busca por informações sobre os habitantes de um município, estado ou país; o segundo é mais abrangente, pois estabelece um agrupamento de informações, pois trata-se de pesquisas que levam em consideração aspectos populacionais de vários países, continentes e o número total de pessoas no mundo.
Conhecer as populações quanto ao número e suas condições socioeconômicas é necessário para implantação de projetos e medidas que atendam a realidade de uma determinada população. O censo, ao ser realizado, tem como objetivo conhecer o número de habitantes, os índices de crescimento vegetativo, índices de natalidade, índices de mortalidade, qualidade de vida, distribuição de renda etc., tais informações servem para que os governos realizem os orçamentos anuais direcionados aos serviços públicos, como educação, saúde, infra-estrutura, geração de emprego e muitas outras.
No ano de 2010, algumas estimativas revelaram que a população mundial já passou dos 6,9 bilhões de pessoas, existem perspectivas de que até o ano de 2050 o número de habitantes deva atingir 9 bilhões. O número de habitantes deve ser analisado por diversos motivos, especialmente para se ter conhecimento sobre os recursos oferecidos pelo planeta (água, minérios, combustíveis, solos férteis etc), além disso, é importante destacar as questões de distribuição de renda, disponibilidade de alimentos e as limitações da natureza.
O procedimento usado para analisar todos os aspectos populacionais ocorrem por meio da estatística. População corresponde ao conjunto de habitantes que vivem em um determinado lugar, que pode ser bairro, cidade, estado, país, continente, no qual são realizados questionários para obter informações acerca de distintos temas.
Através desse tipo de procedimento é possível saber o número de habitantes, estrutura etária, número de habitantes por casa, a divisão dos cidadãos por sexo, além de dados como número de TVs, que contribui para conhecer o grau de consumo dos habitantes e a distribuição de renda.
Para conhecer a configuração de uma população, cada país possui um órgão responsável por catalogar, cruzar as informações e enviá-las ao governo, pessoas e empresas interessadas. No Brasil, o órgão responsável é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que realiza anualmente o censo para conceber dados temáticos da população brasileira.
O número total de uma população em diferentes níveis, como um bairro, município, estado, país, é denominado de população absoluta, quando um país apresenta um número elevado é chamado de populoso. Em relação ao número de habitantes, atulamente os países mais populosos são: China 1,3 bilhão, Índia 1,1 bilhão, Estados Unidos 314,6 milhões, Indonésia 229,9 milhões, Brasil 190,7 milhões, Paquistão 180,8 milhões, Bangladesh 162,2 milhões, Nigéria 154,7 milhões, Rússia 140,8 milhões, e Japão, com 127,1 milhões de habitantes.
O elevado número de habitantes do planeta não se encontra distribuído de forma equitativa, uma vez que a Ásia é o continente mais populoso com aproximadamente 4,1 bilhões de pessoas, enquanto que a Oceania possui somente 37,1 milhões de habitantes, no mundo existem vastas áreas sem ou com pouca ocupação demográfica, geralmente são lugares desérticos, áreas frias ou florestas.
Conhecer as populações quanto ao número e suas condições socioeconômicas é necessário para implantação de projetos e medidas que atendam a realidade de uma determinada população. O censo, ao ser realizado, tem como objetivo conhecer o número de habitantes, os índices de crescimento vegetativo, índices de natalidade, índices de mortalidade, qualidade de vida, distribuição de renda etc., tais informações servem para que os governos realizem os orçamentos anuais direcionados aos serviços públicos, como educação, saúde, infra-estrutura, geração de emprego e muitas outras.
No ano de 2010, algumas estimativas revelaram que a população mundial já passou dos 6,9 bilhões de pessoas, existem perspectivas de que até o ano de 2050 o número de habitantes deva atingir 9 bilhões. O número de habitantes deve ser analisado por diversos motivos, especialmente para se ter conhecimento sobre os recursos oferecidos pelo planeta (água, minérios, combustíveis, solos férteis etc), além disso, é importante destacar as questões de distribuição de renda, disponibilidade de alimentos e as limitações da natureza.
O procedimento usado para analisar todos os aspectos populacionais ocorrem por meio da estatística. População corresponde ao conjunto de habitantes que vivem em um determinado lugar, que pode ser bairro, cidade, estado, país, continente, no qual são realizados questionários para obter informações acerca de distintos temas.
Através desse tipo de procedimento é possível saber o número de habitantes, estrutura etária, número de habitantes por casa, a divisão dos cidadãos por sexo, além de dados como número de TVs, que contribui para conhecer o grau de consumo dos habitantes e a distribuição de renda.
Para conhecer a configuração de uma população, cada país possui um órgão responsável por catalogar, cruzar as informações e enviá-las ao governo, pessoas e empresas interessadas. No Brasil, o órgão responsável é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que realiza anualmente o censo para conceber dados temáticos da população brasileira.
O número total de uma população em diferentes níveis, como um bairro, município, estado, país, é denominado de população absoluta, quando um país apresenta um número elevado é chamado de populoso. Em relação ao número de habitantes, atulamente os países mais populosos são: China 1,3 bilhão, Índia 1,1 bilhão, Estados Unidos 314,6 milhões, Indonésia 229,9 milhões, Brasil 190,7 milhões, Paquistão 180,8 milhões, Bangladesh 162,2 milhões, Nigéria 154,7 milhões, Rússia 140,8 milhões, e Japão, com 127,1 milhões de habitantes.
O elevado número de habitantes do planeta não se encontra distribuído de forma equitativa, uma vez que a Ásia é o continente mais populoso com aproximadamente 4,1 bilhões de pessoas, enquanto que a Oceania possui somente 37,1 milhões de habitantes, no mundo existem vastas áreas sem ou com pouca ocupação demográfica, geralmente são lugares desérticos, áreas frias ou florestas.
Por Eduardo de Freitas - Adapatdo por PEDROSA, Vicente
Graduado em Geografia
Graduado em Geografia
Prezado aluno e prezada aluna: levando em conta o que já estudamos sobre as questões populacionais, pesquise no site: paises.ibge.gov.br um país de qualquer continente, preencha os dados abaixo sobre o país escolhido. A atividade é avaliativa e deve ser realizada em dupla. Valor: 5,0 pontos (Trabalho Mensal). Vale lembrar que se houver países repetidos, será considerado para avaliação apenas o trabalho que foi postado primeiro. Dessa forma, sugiro que verifique as postagens antes de escolher o seu país. Bom trabalho! Bons estudos! Prof. Vicente
Nome oficial do país:
Capital do país:
Continente:
Área Territorial (km²):
População Total:
Densidade demográfica (hab/km²):
Taxa de Natalidade (TN):
Taxa de Mortalidade (TM):
Taxa de Crescimento Natural (TCN):
PIB:
PIB per capita:
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):
Expectativa de Vida:
Curiosidade sobre o país:
Dupla: Turma:
Nome oficial do país:
Capital do país:
Continente:
Área Territorial (km²):
População Total:
Densidade demográfica (hab/km²):
Taxa de Natalidade (TN):
Taxa de Mortalidade (TM):
Taxa de Crescimento Natural (TCN):
PIB:
PIB per capita:
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH):
Expectativa de Vida:
Curiosidade sobre o país:
Dupla: Turma:
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Mensagem para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2016
Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia
Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho de 2016
A vida selvagem é uma parte fundamental
da nossa biosfera. É essencial não apenas para ecossistemas saudáveis, mas
também importante para a paz e para o desenvolvimento sustentável. Muitas
comunidades dependem do comércio da vida selvagem, e do turismo relacionado à
vida selvagem, para sua subsistência. Estima-se que um bilhão de pessoas
dependem da carne de animais selvagens para a sobrevivência.
O comércio, a caça e a extração de
madeira, realizados de forma ilegal, são algumas das maiores ameaças para o futuro
de muitas das espécies mais vulneráveis em todo o mundo, devido à perda de
habitat. Apesar de políticas favoráveis, a caça ilegal de rinocerontes na
África do Sul, por exemplo, aumentou 8.000% entre 2007 e 2014, e a cada ano 30
mil elefantes são mortos por suas presas de marfim.
A proteção da vida selvagem deve ser um
componente essencial de todos os esforços para erradicar a pobreza, para
reforçar a segurança alimentar e para fazer avançar o desenvolvimento econômico
sustentável – isso é reconhecido de forma clara na Agenda 2030 para o
Desenvolvimento Sustentável. Ter tolerância zero para com atividades ilegais é
o único meio de se ter sucesso com as novas metas. Todos os atores –
organizações internacionais, governos e cidadãos – devem se engajar ainda mais
na luta contra o tráfico internacional ilícito de vida selvagem.
Em conformidade com a
Resolução da ONU A/RES/69/314 que incita os Estados-membros a enfrentar o
tráfico ilícito de vida selvagem, a UNESCO coloca uma grande ênfase na
capacitação no apoio a meios de subsistência alternativos. Em cooperação com
seus 102 parceiros, e com todas as partes interessadas engajadas no combate ao
comércio ilegal das espécies mais próximas aos humanos, nós estamos
comprometidos com a proteção dos grandes símios e de seu habitat, por meio do
Projeto para a Sobrevivência dos Grandes Símios (GRASP). Na África, com o
projeto das Reservas da Biosfera como Regiões-modelo para o Combate à Caça
Ilegal (Biosphere Reserves as a Model Regions for Anti-Poaching in Africa – BRAPA), que conta com o apoio do
governo alemão, nós temos o objetivo de combater as ameaças da caça ilegal à
subsistência e o comércio ilegal. As ações do Centro do Patrimônio Mundial da
UNESCO na Bacia do Congo, e em sítios marinhos como a Barreira de Corais de
Belize, ilustram o nosso compromisso de preservar a vida selvagem na ampla gama
de habitats abrangidos pelos sítios do Patrimônio Mundial. A mudança na forma
como pensamos e como agimos quanto à preservação da vida selvagem deve ser
integrada desde as fases iniciais da educação – esta é a meta do Programa de
Ação Mundial de Educação para o Desenvolvimento Sustentável.
“O tempo está se esgotando para salvar algumas das espécies mais emblemáticas do mundo”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no último mês de março, ao anunciar planos para uma Campanha de Coalizão Mundial para acabar com o comércio ilegal de vida selvagem.
O futuro da vida selvagem está em
nossas mãos – agora é o momento de agir. Esta é a mensagem da UNESCO no dia de
hoje.
Fonte: www.unesco.org
quarta-feira, 18 de maio de 2016
SER ou TER??
É possível melhorar o ambiente mudando hábitos do cotidiano. Se
você seguir o roteiro abaixo, também pode colaborar.
1. Economize água
Não deixe a torneira aberta mais tempo que o necessário e
conserte vazamentos rapidamente. Uma única torneira pingando pouco mais de uma
gota por segundo pode desperdiçar, em um dia, 46 litros de água, Troque a
descarga do vaso sanitário por um modelo de 6 litros. O custo da troca é
compensado pela economia de água, já que as descargas convencionais gastam, em média,
13 litros a cada uso. Outra alternativa é colocar, dentro da caixa de descarga,
duas garrafas plásticas de refrigerante de 2 litros com areia dentro. A medida
diminui em 4 litros consumo de água a cada uso. Construa cisternas para armazenar
a água da chuva. Depois, use-a para lavar o quintal. A água do último enxágue
da máquina de lavar roupa também pode ser usada para regar as plantas - os resíduos
de sabão funcionam como adubo. Se tiver piscina em casa, mantenha-a coberta. Em
regiões quentes, a evaporação pelo calor pode causar perda de até três
centímetros de água em uma semana. Em uma piscina de 50 metros quadrados de superfície,
isso equivale a 1.500 litros por semana.
2. Prefira produtos biodegradáveis
Vários produtos de limpeza e higiene contêm substâncias químicas
tóxicas. Algumas demoram a se degradar no meio ambiente. Substitua produtos de
limpeza à base de cloro por vinagre (para desengordurar) e bicarbonato de sódio
(para limpar pias e vasos sanitários). Xampus e detergentes para louça costumam
conter fosfato, nutriente que provoca crescimento acelerado de algas em rios e lagos.
As algas consomem o oxigênio da água e causam mortandade de peixes.
3. Procure alimentos orgânicos
O consumo de produtos orgânicos beneficia, em primeiro lugar, a
saúde. Esses alimentos não têm antibióticos, pesticidas ou metais pesados, Os
orgânicos promovem também a melhoria ambiental, pois são produzidos sem o
acréscimo de aditivos químicos ou pesticidas ao solo. Eles também respeitam as
diferentes épocas de safra - ao contrário das monoculturas, cultivadas o ano
inteiro à custa de agrotóxicos e prejuízo à biodiversidade. A dieta das
sociedades modernas limita-se a cerca de cem espécies (com predominância de
trigo, arroz, milho e batata). Essa falta de diversidade incentiva a
monocultura e o desmatamento. Mais existem 75 mil espécies que podem ser
incluídas no cardápio. Prefira produtos nativos, produzidos na região onde você
mora. Se os Orgânicos forem caros, inclua pelo menos alguns produtos sem
agrotóxico nas compras, é uma maneira de incentivar a produção e, no longo
prazo, tornar os orgânicos mais baratos.
4. Consuma menos carne
A pecuária bovina é a maior responsável pelo desmatamento no
Brasil. Além disso, a produção de suínos e aves consome grande parte da produção
de grãos, o que pressiona as florestas. A suinocultura também é responsável
pela contaminação de rios, lagos e represas. Um porco produz dejetos
equivalentes aos de oito seres humanos. Boa parte dos peixes e produtos
marinhos é capturada por meio de técnicas predatórias, como o arrastão, e 30%
do que vem na rede é jogado fora depois.
5. Não crie animais silvestres
Ter espécies nativas é, em primeiro lugar, crime previsto em
lei. Contribui para a extinção daquela espécie na natureza. Antes de chegar às
lojas e feiras, os animais silvestres quase sempre são maltratados. Segundo a Hong.
Rentas, A rede Nacional Contra o Tráfico de animais Silvestres, 38 milhões de
exemplares nativos é retirada da natureza por ano no brasil. Só um em cada dez é
vendido. Os outros morrem no caminho. Se a vontade de possuir um animal
silvestre for incontrolável, procure um de origem legal, proveniente de
criadouro comercial registrado no IBAMA. Isso vale, inclusive, para peixes
ornamentais. Quase tão grave quanto manter um animal silvestre é soltá-lo de
volta à natureza sem o acompanhamento de especialistas. Se não morrer, o animal
pode interferir uma cadeia alimentar estável, causando danos à biodiversidade.
Um exemplo são os iguanas que foram soltos na Serra do mar (Estado de São Paulo)
e hoje competem com os predadores nativos. Não compre plantas nativas como
orquídeas, bromélias, xaxins e palmitos sem certificado de origem. São espécies
ameaçadas de extinção e só podem ser vendidas se forem cultivadas com essa
finalidade.
6. Cultive áreas verdes
Cultive gramados e jardins mantendo pavimentado apenas o que for
indispensável. A infiltração no solo verde faz água chegar mais lentamente a
rios, córregos e represas, e isso reduz as enchentes. Se o jardim não for
suspenso e estiver em contato direto com o solo, ele ajuda também a captar água
para mó lençol freática. Caso a impermeabilização o por pavimento seja
inevitável, ela pode ser minimizada com a construção de "mini piscinões”,
ou reservatórios que armazenam água e a liberam aos poucos. A água pode ser
usada também no jardim e na limpeza. A falta de áreas verdes é uma das maiores
responsáveis pelas ilhas de calor nas cidades. No município de São Paulo, diferença
de temperatura entre as áreas rurais e as menos arborizadas chega a 10 graus
Celsius. Estudos associam as ilhas de calos à maior intensidade das chuvas: a
precipitação fica concentrada e forte, e isso favorece as enchentes, Além de
oferecer conforto térmico, a vegetação urbana valoriza os imóveis e atrai a
fauna, sobretudo pássaros. As árvores nativas servem de alimentos e abrigo para
os animais da região.
7. Diminua o uso de embalagens
Racionalize o uso de sacolas plásticas em lojas de supermercados.
Não leve três sacolas se uma for suficiente. Melhor ainda é ir às compras
levando uma sacola de casa. Outra opção é pedir caixas de papelão, material
mais ecológico. Preste atenção à composição das embalagens. O aperfeiçoamento
das técnicas de conservação de produtos fez com que novos materiais, como
papéis plastificados, ficassem mais populares e eficientes. Mas essas misturas
de material dificulta a degradação natural como a reciclagem. Comprar produtos
a granel é outra maneira de diminuir o consumo de embalagens. Se houver a
opção, escolha a embalagem mais fácil de reciclar. Em ordem de preferência:
papel e papelão, vidro, lata e, por último, plástico.
8. Leia os rótulos com atenção
Além de listar os ingredientes e a data de validade, o rótulo
traz a procedência. Quanto mais distante for o local de origem do produto, mais
transporte, mais combustível e mais embalagens foram necessários. Veja se ele
tem certificação de qualidade, como do Inmetro. Produtos de origem florestal
devem ter o selo do IBAMA ou do Conselho de Manejo Florestal. Produtos
agrícolas devem ser certificados pela Rede de Agricultura Sustentável (RAS). Os
rótulos devem avisar se o produto e a embalagem são recicláveis ou se já são
reciclados. Essa informação tem de estar clara, para que o consumidor não
compre o produto achando que é reciclável, quando isso vale só para embalagem.
9. Evite produtos descartáveis
Imagine a quantidade de plástico consumido por uma pessoa que
toma dois cafés e dois copos de água por dia em copos descartáveis. Em um ano,
são 1.460 copos. Mantenha uma caneca no escritório para o uso individual. Cada
mulher usa, ao longo da vida, cerca 10 mil absorventes descartáveis. Apenas nos
Estados Unidos são jogados fora 12 bilhões de absorventes e 7 bilhões de
tampões por ano. Já existem no mercado opções recicláveis.
10. Economize energia
Prefira lâmpadas fluorescentes. Além de consumir 75%menos
energia, elas duram de seis a dez vezes mais que as incandescentes. Cuidado, no
entanto, na hora do manuseio e descarte: algumas lâmpadas fluorescentes contêm
metais pesados, sobretudo o mercúrio metálico. Prefira as nacionais às
chinesas, que não seguem as mesmas restrições a esse respeito. Use melhor a luz
do sol, abrindo as janelas, cortinas e persianas. Pinte as paredes internas com
cores claras, que refletem a luz. O mais importante é manter o teto branco.
Apague as Lâmpadas de ambientes desocupados. Use iluminação dirigida (de spots)
para leitura e trabalhos manuais. Desligue da tomada equipamentos elétricos que
não estiverem em uso, como TV, aparelho de som, forno de micro-ondas. Mais de
60% das habitações brasileiras usam chuveiro elétrico. Considere a
possibilidade de trocar por gás. Se puder, instale energia solar. Os preços
podem chegar a R$ 8 mil para a casa de uma família de com seis pessoas,
incluindo coletores, equipamentos hidráulicos e mão-de-obra. Mas a energia
solar oferece economia de até 35% no consumo elétrico e quase não exige manutenção.
Com isso, o investimento pode ser recuperado em poucos anos.
11. Recicle lixo
Cerca de 40% do lixo encaminhado para a reciclagem volta para os
lixões e aterros urbanos. Em parte, isso ocorre porque os resíduos não são reaproveitáveis
por nenhuma indústria - e também voltam aos lixões. Por isso, é importante
saber exatamente o que é reciclável. Anote o que é lixo comum (não-reaproveitável):
papéis sujos e sanitários, papel-carbono, papel de fax, plastificados, papéis
mistos (metalizados, plastificados, parafinados), etiquetas adesivas, clipes e
esponjas de aço, copos de café, sacos de salgadinho, embalagens de biscoito,
isopor, filme fotográfico, misturas de plásticos com metal (como as embalagens
de queijo ralado), espelhos, lâmpadas, vidros planos (como vidros de janelas).
O lixo orgânico( restos de comida) também devem ir para a coleta comum, a menos
que haja local próximo onde seja feita a compostagem - transformação dos
resíduos em adubo. O resto ( vidros, metais, papéis, e plásticos recicláveis)
deve ser encaminhado para a coleta seletiva municipal ou para as cooperativas
de catadores. Use papel reciclado ou certificado , disponíveis no mercado. ao
usar o computador, imprima somente o necessário, aproveitamento os dois lados das
folhas.
12. Tenha cuidado com resíduos perigosos
Remédios vencidos devem ser encaminhados as farmácias, que são
obrigadas a recebê-los. Oficinas mecânicas devem receber pneus velhos e
baterias de carro. Baterias de telefone celular devem ser encaminhadas postos
de coleta (informe-se nas lojas especializadas de telefonia). Para os aparelhos
comuns, como câmaras e os brinquedos, prefira pilhas recarregáveis. A empresa
brasileira Apliquem oferece reciclagem para as lâmpadas fluorescentes. Um
projeto de lei em tramitação na Câmara pretende obrigar os fabricantes a manter
postos de coleta. Enquanto isso não ocorre, descubra se seu município tem algum
serviço desse tipo, é importante cuidar para que a Lâmpada não se quebre.
Embale-a num plástico e descarte-a em separado do resto do lixo. Equipamentos
eletrônicos velhos, como aparelhos de som ou informática, contêm componentes
poluentes. Só no ano passado, 100 milhões de computadores tornaram-se obsoletos
e foram descartados no mundo. Venda ou doe os componentes eletrônicos. Pesquise
na internet organizações filantrópicas que aceitam todo o tipo de eletrônico
usado, desde computadores a cartuchos de tinta s vazios até televisores,
videogames e celulares. Outra opção é entregar o aparelho em oficinas técnicas
autorizadas pelo fabricante.
13. Evite transporte individual
Somente na região metropolitana de São Paulo, os automóveis são
responsáveis por 88% do 1,5 milhão de toneladas de monóxido de carbono
despejadas diariamente na atmosfera. Por isso, usar transporte coletivo (sobretudo
metrô e trem) é uma importante opção em favor do meio ambiente. Avalie a
possibilidade em fazer parte do trajeto em transporte coletivo (deixando, por
exemplo, o carro próximo a uma estação do metrô). Procure também fazer o
transporte solidário, dando carona a um colega de trabalhou na hora levar as
crianças para escola. Além de não prejudicar o meio ambiente, essas são formas
de ganhar tempo, economizar dinheiro e fazer amigos. Diminuir a quantidade de
carros nas ruas também ajuda a melhorar o trânsito. Procure andar mais a pé ou
de bicicleta.
14. Compre carros eficientes
Ao comprar um automóvel, opte por um modelo biocombustível, que
também possa rodar movido a álcool. O álcool é um combustível que não agrava o
efeito estufa, pois o gás carbônico emitido pelo carro é compensado pelo que os
canaviais tiram de atmosfera. Apesar disso, o álcool emite outras substâncias
tóxicas, como monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio, Por
isso, o ideal é optar por um carro econômico, que gaste menos combustível. Regular
o motor e respeitar as manutenções e revisões recomendadas pelos fabricantes
são formas de diminuir as emissões de gás carbônico em 10%. É importante, ainda,
cuidar do catalisador do escapamento. Respeitar a vida útil de componentes como
filtros de ar e óleo evita o acúmulo de sujeira no escapamento. (Um jeito
simples de contribuir para a preservação do meio ambiente é encher o tanque do
carro apenas à noite ou no início da manhã, para evitar que os vapores emanados
do tanque se transformem em ozônio um gás tóxico) pela ação dos raios de sol.
15. Exerça seus direitos
A solução para problemas ambientais quase sempre depende de
políticas públicas, como transporte urbano, saneamento básico ou leis que
obriguem fornecedores a dar um destino para produtos e embalagens. É importante
se informar e participar de campanhas especializadas e associações d bairro
costumam ajudar nessas horas.
Texto divulgado por Rodrigo Martins na lista Geografia do Yahoo em 11-02-2005
ABRAÇO E BONS ESTUDOS.
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