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sexta-feira, 4 de abril de 2014

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 Agora é com vocês...

Se considerarmos as ideias de Thomas Malthus, uma catástrofe natural deixa de ser ruim e passa a ter certa utilidade na dinâmica demográfica de determinados países. 
Caro aluno do 2º ano, tente esclarecer de forma clara e objetiva o essencial sobre a teoria de Malthus. Cuidado com os erros ortográficos, bem como as concordâncias verbais e nominais. Não esqueça de colocar seu nome e turma abaixo do seu comentário. Bom trabalho!

THOMAS ROBERT MALTHUS

Thomas Robert Malthus nasceu em 14 de fevereiro de 1766, em Rookery, no condado de Surrey, Inglaterra, no seio de uma próspera família. Seu pai, Daniel Malthus, era adepto dos ideais de Jean-Jacques Rousseau e amigo pessoal dos pensadores David Hume e Godwin. Aos dezoito anos de idade, em 1784, após receber em casa uma ampla educação liberal, Malthus foi admitido na Jesus College da Universidade de Cambridge. Lá estudou Matemática, Latim e Grego, ao mesmo tempo que recebia sua formação sacerdotal. Ordenou-se sacerdote da Igreja Anglicana em 1797.

Em 1798, Malthus publicou anonimamente seu "Essay on Population" (Ensaio sobre a população) Malthus casou-se em 1804 e, em 1805, tornou-se professor de História Moderna e Política Econômica no Colégio da Companhia das Índias Orientais, em Harleybury, Hertfordshire. Provavelmente foi o primeiro professor de Economia Política de que se tem notícia - pelo menos parece ter sido essa a primeira vez em que uma disciplina acadêmica recebeu tal denominação. Malthus é conhecido pela formulação a respeito do futuro da humanidade. Uma vez que a população cresce em progressão geométrica e a produção de alimentos cresce em progressão aritmética, segundo Malthus, a tendência é a fome, criando barreiras ao crescimento populacional.  

Segundo ele, seria preciso adotar medidas positivas e preventivas, como o controle de fertilidade, embora acreditasse que a guerra e outras catástrofes atuavam de forma mais contundente para a redução populacional. Segundo os críticos posteriores, Malthus não levou em conta a influência da evolução tecnológica na produção agrícola. 
 
A solução para evitar epidemias, guerras e outras catástrofes provocadas pelo excesso de população, consistiria, segundo ele, na restrição dos programas assistenciais públicos de caráter caritativo e na abstinência sexual dos membros das camadas menos favorecidas da sociedade.

Malthus era um pessimista que considerava a pobreza como um destino ao qual o homem não pode fugir. Sua obra foi ao mesmo tempo criticada e aplaudida. Enquanto alguns setores da sociedade o acusavam de ser cruel, indiferente e até mesmo imoral, economistas de renome apoiavam suas teorias. Na segunda edição da obra, de 1803, Malthus modificou algumas teses mais radicais da primeira edição. Com o tempo, o "malthusianismo" foi incorporado à teoria econômica, atuando como freio de teses mais otimistas. Na segunda metade do século XX, os problemas demográficos mundiais revitalizaram as concepções de Malthus, embora a agricultura intensiva tenha permitido aumentos de produção muito maiores do que os previstos por ele.

Segundo Malthus, as guerras, as epidemias e as pragas foram necessárias para regular a população: "A fome parece ser o último e mais terrível recurso da natureza". Porém, isso não é tudo. Além da perspectiva sombria criada pela teoria da população, Malthus concebeu uma idéia econômica que deu origem a outro motivo de inquietação. Malthus vivia preocupado com a possibilidade da chamada "insuficiência de demanda", isto é, uma inundação de mercadorias sem compradores. 

Fonte: http://www.miniweb.com.br/Ciencias/artigos/malthus.html